terça-feira, 19 de maio de 2015

Fique Por Dentro!

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Desenhos "Meu amigo diferente é especial" Parte 2.

Porque meu amigo diferente é especial?


By Fernanda:
Quando eu estava na pré-escola eu conheci uma menina especial, ela tinha dificuldade no andar, acho que é paralisia nas pernas e por isso usava um apoio. Ela é especial porque ela faz eu e meus amigos muito felizes!





By Gabrieli:
Eu conheci minha amiga já faz algum tempo, quando estava no maternal, ela tem dificuldade para falar, aprender e ate para se relacionar com os amigos, mas com a ajuda da professora tudo ficou mais fácil, ela esta aprendendo a falar meu nome e gosta muito de brincar, ela é muito especial para mim e tenho muitas saudades dela, pois estamos em escola diferente agora. eu amo minha amiga especial!



sábado, 16 de maio de 2015

Desenhos "Meu amigo diferente é especial"


BY Bruna Almeida

Este é meu amigo Frederico, conheci no meu 1º dia de aula, hoje já fazem 4 anos que somos amigos, durante estes 4 anos eu o acompanho todos os dias para o caminho da escola.
Ele não pode andar desde os seus 5 anos de idade pois teve uma paralisia  nas pernas.
Hoje ele é uma das pessoas mais especiais para mim, pois é um amigo que transmite muita alegria para os que estão ao seu redor, especial também, porque nunca desistiu de lutar mesmo não podendo andar.



BY Laura Carolina de Souza

Maria é uma amiga que conheci na 3ª série, ela é cega desde que nasceu mas nunca parou sua vida por esta deficiência. Ela tem 9 anos e adora caminhar pela cidade, ouvir músicas e conversar com as pessoas. Ela é uma amiga muito especial pois é totalmente dedicada aos estudos, AMIGA, dentre outras qualidades.



Entrevista com profissionais 

habilitados na área de Inclusão escolar




1. Qual desafio enfrentado por você em relação às outras crianças com a chegada de uma criança com especialidades em sala de aula?

Resposta 1:

A escola, por mais inacreditável que possa parecer, é o espaço onde percebemos mais nitidamente essa exclusão do diferente, mesmo sendo muito pequeno o número de alunos com necessidades especiais. Portanto, a chegada desse aluno, automaticamente acarretará uma atenção especial. Particularmente, procuro primeiramente trabalhar o lado afetivo, interagindo pouco a pouco a criança ao grupo. E isso é um grande desafio, porque muitas vezes, os outros alunos não se esforçam muito para que isso aconteça. Talvez, com as crianças menores, seja mais fácil, mas com um público mais velho, 6º ao 9º ano, por exemplo, já se torna bem mais complicado.

Resposta 2:
Podemos considerar que o novo e o diferente será sempre um desafio, dessa forma entendemos que a integração de uma ou de várias crianças em desenvolvimento precisam se abster em primeiro lugar de todo pré-conceito, para só então poder olhar para cada um de modo individual, procurando investigar e conhecer a forma de funcionamento de cada um e trabalhar de modo a desenvolver suas potencialidades evitando comparações. Dessa forma cada terá a oportunidade de ter seu desenvolvimento, sua aprendizagem de acordo com seus potenciais e como consequência teremos espaço para a aceitação das diferenças como partes do grupo.



2. Qual a importância da formação do profissional para o desenvolvimento da criança?

Resposta 1:

A formação do profissional, nesse caso, é de vital importância. Porém, a formação do docente é um dos pontos mais polêmicos para a inclusão de uma criança com necessidades especiais no “ensino regular público”, não nos sentimos preparados.


Resposta 2:
A formação do profissional precisa ir além da teoria, é essencial a convivência com pessoas em suas diversas fases da vida, infância, adolescência, idade adulta e velhice. Uma vivencia que seja capaz de ir além do “aqui e agora” e que leve o futuro profissional a transcender, a olhar para a própria vida e compreender que as limitações e diferenças são inerentes ao ser humano e que as mudanças se darão em questão de tempo, uns mais cedo outros mais tarde, mas é certo que em algum momento da vida nos tornaremos “diferentes, excepcionais, portador de necessidades especiais ou especial”, seja qual for a nomenclatura o fato é que no ciclo vital, desde que nascemos até a morte, passaremos por diversas fases e vivenciaremos limites em cada uma delas.
É importante a formação integral do profissional, a formação intelectual e também a formação emocional, através de experiências com as áreas escolhidas tendo suporte de profissionais experientes que possam acolher, orientar e ajudar a sanar possíveis dificuldades de adaptação.
Se o profissional tiver a oportunidade de receber formação integral ele consequentemente terá mais condições de oferecer possibilidades de integração aos que necessitarem, sem exageros nem negligencias mas de modo saudável para todos.

3. Como será o desenvolvimento desses alunos no contexto geral de uma sala de aula dita “normal”? No seu ponto de vista quais argumentos deve-se usar com relação a uma situação de uma pessoa que leva-se como preconceito dessas crianças com deficiência?

Resposta 1:

Um aluno com necessidade especial (seja visual, motora, déficit de atenção) tem seu tempo, dá um passo de cada vez. A nossa realidade é (no ensino público), de salas “cheias”, o que torna mais difícil dar uma atenção maior ao aluno especial. Cabe, a nós professores, fazer uso da melhor maneira possível do tempo e dos materiais destinados especificamente a esse aluno. E o preconceito, infelizmente, vai continuar existindo, não só com o aluno especial, mas também por muitos outros motivos, cor, classe social, preferência sexual, entre outros. É um desafio diário, eu diria.




Entrevistadas: 

Telma de Fátima C. Mobile
Professora de Educação Básica – Fundamental III, EE "Alice Rolim de Moura Holts"

Edi Juliana Rodrigues Clássio
Formada em psicologia, atualmente exerce sua função na APAE

Educação especial: Reportagem



Educação especial: Reportagem










Humanidade e Inclusão Social

A inclusão social como um todo


O blog é destinado ás famílias, principalmente aos profissionais da área pedagógica e interessados pela temática, que atuam na educação de suas crianças com necessidades educacionais especiais. Esperamos poder ajudá-los nessa caminhada de educação e inclusão social, que por ventura não são as únicas necessidades a ser citadas, outras, como a cor da pele, gênero, raças, religião, sexualidade dentre outras.
Devemos, portanto, tratar os nossos alunos com necessidades especiais como pessoas normais e acolhe- los junto ao nosso meio com muito carinho e dedicação para educá-los à progredir em uma vida em sociedade.